Terminal Central está aberto, mas ônibus da Rosa continuam parados

 


Acorda Cidade - A paralisação dos motoristas e cobradores da empresa de ônibus Rosa chegou ao quinto dia, nesta terça-feira (11). A expectativa é que o pagamento dos trabalhadores saia hoje e eles voltem ao trabalho. Eles estão com a quinzena atrasada desde a última quarta-feira (5), o que motivou o protesto.

Apesar de os ônibus da empresa São João estarem circulando normalmente, o Terminal Central estava fechado nestes dias de paralisação, mas após muitas reclamações e questionamentos, o Terminal Central foi aberto.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

A reportagem do Acorda Cidade esteve no Terminal e conversou com alguns passageiros. As pessoas estavam muito indignadas com a situação.

“Acabei de chegar, mas ontem a gente ficou do lado de fora, ficamos expostos à chuva. Eu pensava até que quem mandava era a empresa Rosa e não o prefeito. Quer dizer que se a Rosa não rodar, a São João fica sem entrar no terminal?”, questionou Joilma, moradora do conjunto Viveiros.

A caminho do trabalho, no bairro Santa Mônica, Silvânia dos Santos, não usa os ônibus da empresa Rosa, mas também reclamou da situação, por conta do fechamento do transbordo.

“Viemos de uma semana muito cheia, a empresa Rosa parou, não tiro os trabalhadores de seus direitos, porque quem trabalha quer receber, mas e quem precisa dos ônibus da São João, que está rodando? O terminal fechado e a gente do lado de fora à mercê da bandidagem. Está ocorrendo muitos assaltos em uma parte da Avenida Senhor dos Passos, e no sábado passado eu saí do trabalho às 17h e vim para o terminal, chegando aqui o despachante disse que não tinha ônibus para rodar para os bairros, que viria um expressinho para nos levar para a Senhor dos Passos, para os carros do bairro passar não sei que horas. É um absurdo, fica a nossa indignação como trabalhadores que precisam do transporte. A passagem não é barata, ficamos esperando ônibus por muitas horas. A cidade está entregue às baratas, fica aqui minha indignação como trabalhadora”, desabafou.  

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

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