Grito dos Excluídos pede defesa da democracia e 'Fora Bolsonaro'

 


O movimento do 'Grito dos Excluídos' reuniu em marcha, na manhã desta terça-feira (7), pelas ruas de Feira de Santana, trabalhadores rurais, representantes de entidades, movimentos sociais e entre as principais pautas defendeu a democracia e pediu a saída de Jair Bolsonaro da presidência da República.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

O deputado federal Zé Neto, do Partido dos Trabalhadores (PT), participou da marcha e relatou que o ‘Grito dos Excluídos’, além de reafirmar a luta pelos mais pobres, os mais humildes, a luta pelas mulheres e homens do campo que estão desassistidos, a agricultura familiar que está sendo dizimada, vem dizer que a democracia é um valor fundamental para o Brasil. Para ele, as instituições precisam ser respeitadas.

“Ou a gente pacifica esse país dentro da democracia ou acontece o que estão dizendo nos jornais de todo o mundo, que o Brasil não merece credibilidade, porque não tem segurança jurídica. Enquanto esse presidente faz essa onda toda, vendendo os Correios, Petrobras, Caixa Econômica, acabou com o BNDES, enquanto ele faz essa onda, ele chama atenção para ele, a banda passa deixando o país mais pobre com desemprego, gás a R$ 100, gasolina a R$ 7. Esse dia hoje denuncia essa situação e diz sim à democracia, às instituições e sim ao bom senso”, pontuou.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Lucinha Barbosa, que também esteve presente na manifestação do ‘Grito dos Excluídos’ e integra a executiva nacional do PT, avaliou que a marcha com as várias representações sociais foi muito positiva e reforçou a capilaridade das diversas manifestações de esquerda que acontecem por todo o país.

Ela destacou que o 7 de Setembro é uma data cívica e tradicionalmente tem a movimentação, comemoração da independência, da pátria, mas este ano vem com uma particularidade, que é a junção do ‘Grito dos Excluídos’ com a campanha ‘Fora Bolsonaro’.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Está acontecendo uma disputa importantíssima no Brasil, que é a defesa de projetos do que a gente acredita. O bolsonarismo trouxe o que a gente tinha de pior no país e é contra isso que a gente tem que lutar, não é lutar com ódio, com ufanismo, é fazer o diálogo sobre o Brasil que a agente precisa. O Brasil da fome, ou que todos tenham comida? O Brasil das armas ou dos livros e das escolas? o Brasil do desemprego ou o Brasil do emprego? Esse é o contraponto que o 7 de setembro faz agora”, salientou.

Na opinião de Lucinha, o momento atual traz um ataque muito intenso ao processo democrático, às instituições públicas e aos direitos sociais básicos. Ela ressaltou a crise econômica que o país enfrenta, assim como as dificuldades dos pobres, que começam a ter falta de comida na mesa e a falta de uma vida digna.

 

Fonte: Acorda Cidade

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