Teste do pezinho pode diagnosticar até seis doenças raras em recém nascidos

 

A taxa de cobertura do exame se manteve entre 70% e 75% no Hospital da Mulher

Só uma picadinha no calcanhar do recém nascido para diagnosticar precocemente, por meio de amostra do sangue, doenças como fibrose cística, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, fenilcetonúria, deficiência de biotinidase e hiperplasia adrenal congênita. Neste domingo, 6, comemora-se o dia do teste do pezinho. O exame é gratuito, custeado pelo SUS, oferecido pela Fundação Hospitalar de Feira de Santana.

Somente este ano, 1.090 exames foram realizados e, apesar da pandemia, a taxa de cobertura se manteve entre 70% e 75%, conseguindo manter a realização por meio da triagem neonatal.

Entre janeiro a dezembro de 2019, 2.212 exames foram feitos. Já em 2020, no mesmo período, foram 2.219 testes do pezinho.

Segundo o pediatra, Bruno Sena, o Hospital da Mulher é uma excessão da regra. Isso porque em todo o Brasil o índice de realização do exame caiu, enquanto o órgão manteve a média anual de exames. 

"As orientações que são passadas aos pais ao receber alta garantem o retorno para a realização do teste, que deve ser feito entre o terceiro e o quinto dia de vida", explica.

Ainda de acordo com ele, se diagnosticada alguma doença, pode evitar sequelas irreversíveis, tendo o tratamento assegurado pelo SUS. 


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