Procon de olho na lei dos 15 minutos e nas medidas de segurança contra a Covid

 

O trabalho nas agências bancárias começou na semana passada

Atentos para o cumprimento da Lei dos 15 minutos, que limita o tempo máximo de espera dos clientes na fila para atendimentos em agências bancárias - 30 minutos em dias de pico – fiscais da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor estiveram nesta quinta-feira, 25, na  agência do Bradesco, na Getúlio Vargas.

Esse trabalho começou desde a semana passada, quando foram visitadas 12 agências bancárias. Outro quesito observado durante as fiscalizações foram as medidas de prevenção à Covid-19, como distanciamento social e disponibilidade de álcool. 

"O bom funcionamento da lei [dos 15 minutos] é um aliado no controle da Covid-19. Se os clientes conseguem um atendimento rápido na agência, consequentemente passam menos tempo no local, reduzindo os riscos de exposição", analisou o superintendente do Procon, Maurício Carvalho.

Durante as fiscalizações não foram identificadas irregularidades. Segundo o superintendente, a maioria das agências investiu no serviço descentralizado para reduzir a movimentação e a aglomeração de pessoas. Outras estão trabalhando com agendamento.

A agência do Bradesco, por exemplo, implantou um balcão para serviços rápidos em que é possível desbloquear ou solicitar cartões e realizar demais serviços. Tudo isso sem a necessidade de aguardar muito tempo pelo atendimento. Também foram disponibilizadas quatro máquinas para depósitos sem envelope.

"Nos dias que acontecem filas, boa parte das agências disponibiliza pessoal para organizar. Algumas delas dispõe de toldo para proteger da chuva e do sol, além de bancos para que os clientes aguardem sentados", afirma Maurício Carvalho.

Irregularidades e o descumprimento da lei podem ser denunciadas ao órgão através do aplicativo Procon Feira de Santana pelo telefone 3603-2800 ou na sede, localizada na rua Castro Alves, 649, Centro.

"A maioria dos bancos visitados, até agora, está tomando iniciativas que melhoram o atendimento", ponderou o superintendente.

Ouça aqui o podcast



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