Caps realiza salas de espera em alusão ao dia nacional da luta antimanicomial em Feira de Santana


Em 18 de maio comemora-se o dia nacional de luta antimanicomial, movimento que busca uma atenção mais humanizada às pessoas com sofrimento mental. Em Feira de Santana a Prefeitura através da Secretaria de Saúde assegura o tratamento de trinta mil pessoas, que são atendidas nos cinco Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

Nessas unidades são atendidas pessoas com transtorno mental moderado, grave ou persistente, incluindo pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas em qualquer faixa etária. Também é feito o trabalho de orientação e inclusão da família no tratamento desses pacientes.
Devido a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) foram suspensas as oficinas terapêuticas, de artes e as reuniões em grupos, afim de evitar aglomerações. Entretanto os atendimentos com médicos e dispensação de medicamentos está assegurado em toda a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
Segundo Robervânia Cunha, coordenadora da rede municipal de saúde mental,  este ano por causa da pandemia não estão sendo realizadas as atividades alusivas ao dia nacional da luta antimanicomial, apenas salas de espera. “Falar sobre este tema é muito importante para que eles tenham conhecimento sobre os seus direitos, e aproveitamos o momento em que o paciente está aguardando por atendimento para falar sobre o assunto, salientar a importância da família e do atendimento humanitário para pessoas que sofrem qualquer tipo de transtorno mental”, frisou.
Ainda de acordo com ela, os cursos e exposições que são atividades terapêuticas para os usuários dos CAPS precisaram ser suspensos temporariamente, enquanto durar as medidas restritivas de isolamento social. “Todos os trabalhos que realizamos em grupo estão suspensos. Oficinas de pintura, terapia em grupo, reuniões familiares entre outros”, pontua.
Em Feira de Santana existem cinco unidades, sendo elas: CAPS Infantil Osvaldo Brasileiro Franco (infanto-juvenil), CAPSad Dr. Gutemberg de Almeida (problemas com álcool e outras drogas), CAPS II Oscar Marques (transtornos mentais graves e persistentes ou em uso de crack e outras drogas), CAPS II Dr. Silvio Luiz Santos Marques (transtornos mentais graves e persistentes ou em uso de crack e outras drogas) e CAPS III Dr. João Carlos Lopes Cavalcante, para pessoas com transtornos severos, onde funciona 24h.

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