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Memorial da Feira conta a história do jurista e poeta feirense Filinto Bastos


Pouca gente sabe quem foi Filinto Justiniano Ferreira Bastos, desembargador que empresta seu nome ao fórum de Feira de Santana, a uma rua do centro da cidade e a uma comenda outorgada pela Câmara Municipal. Pois a vida de Filinto Bastos está sendo contada, em linhas gerais, no mais novo vídeo exibido no Memorial da Feira, portal mantido na internet pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Comunicação Social.

Filinto Bastos nasceu na então Vila de Feira de Santana, em 11 de dezembro de 1856. Foi aluno do padre Ovídio Boaventura, estudou direito em São Paulo e no Recife, e atuou como promotor e juiz de órfãos em Ipirá, Amargosa e Caetité. Em 1892, foi promovido a juiz de primeira entrância, em Salvador. Em 1897, foi elevado a conselheiro do Tribunal de Apelação e Revista da Bahia, cargo equivalente hoje ao de desembargador. Também lecionou e foi diretor da Faculdade de Direito da Bahia.
Além de jurista, Filinto Bastos foi poeta e abolicionista, tendo sido um dos fundadores da sociedade Emancipadora Acadêmica Abolicionista, na Faculdade do Largo do São Francisco, em São Paulo, e integrante do Clube Abolicionista, em Recife. As duas entidades se dedicavam a comprar cartas de alforria para a libertação de escravos. Filinto também foi um dos fundadores da Academia de Letras da Bahia, sendo patrono da cadeira 21, que já foi ocupada por Jorge Amado e Zélia Gattai, e hoje pertence ao poeta feirense Antonio Brasileiro.  
A fonte de informações sobre Filinto Bastos, nesse vídeo, foi a professora e mestre em Estudos Literários, Rita Trabuco. O vídeo pode ser visto na seção Panoramas da Feira do Memorial da Feira. O endereço na internet é www.memorialdafeira.ba.gov.br.

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