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Site do escritório: 7 erros que você não pode cometer


Quem vê meu site bonitinho e clean talvez não imagine o trabalho que deu pra fazer, principalmente se você, assim como eu, não manja muito de programação.

Ok, vou dar os devidos créditos aqui. Contei com o trabalho da minha esposa nessa parte.
O fato é que, desde quando comecei a produzir conteúdo para advogados e escritórios de advocacia, tenho navegado por uma quantidade enorme de sites jurídicos. Muitos são bem feitos e estão sempre atualizados, enquanto outros estão simplesmente abandonados.
Vamos dramatizar um pouco aqui: estão esquecidos no buraco negro da internet.
Manter um site no ar custa dinheiro, por isso resolvi fazer uma lista com os 7 maiores erros cometidos por advogados na criação ou manutenção de seus sites, justamente para que você aproveite melhor o que você já tem e paga.
O rascunho desse texto ultrapassou 20 erros antes de ficar claro pra mim que ficaria enorme e chato de ler, mas confere aí os principais e pare de perder dinheiro.

1. Deixar o site apenas como um um “cartão de visita”

Um bom site é uma página na qual você se apresenta ao leitor, mostra quem você é, o que faz e como pode ser encontrado. Nada diferente de um “cartão de visitas” convencional.
Isso é ótimo, mas se o seu site jurídico se resume a isto, dificilmente ele irá te diferenciar das centenas de outros sites que ocupam as primeiras páginas do Google, seja porque estão mais bem ranqueados ou porque contam com anúncios pagos.
Você precisa ir além.

2. Sites não responsivos, visualmente poluídos e pesados

Uma página cheia de coisas pulando na tela ou com imagens maravilhosas pode parecer legal quando finalmente é carregada, mas as pessoas que acessam o site de um escritório de advocacia procuram informações jurídicas, não efeitos especiais.
Os visitantes “caem fora” de um site que lhes diz para esperar enquanto gráficos e vídeos estão sendo carregados. Você sabe disso, não sabe?
Outro detalhe é que a maioria das pessoas tem um smartphone hoje em dia e o utiliza para procurar basicamente tudo na internet.
Pode ser até interessante pra você ter uma página sofisticada, mas não são apreciadas por pessoas que pesquisam informações online - seus clientes potenciais -, principalmente se a página não se ajustar à tela do celular.
Na era em que a atenção das pessoas vale muito dinheiro e é difícil conquistar, o menos é mais.

3. Achar que o site no ar basta

Muitos advogados mantêm um site achando que isso basta para serem encontrados. Tenho uma péssima notícia pra você: não funciona assim.
Um dos fatores que os mecanismos de pesquisa usam para determinar a classificação de um site é se ele recebe ou não atualizações constantes.
Ou seja, para subir ao topo das classificações dos mecanismos de busca, além de utilizar as famosas palavras-chave, você precisa produzir conteúdo. O tal do marketing de conteúdo.
Se você não tem tempo pra isso, a melhor opção é contratar um advogado freelancer ou, no mínimo, publicar periodicamente notícias interessantes relacionadas à sua área de atuação.
Isso torna o site mais interessante para os mecanismos de pesquisa e, é claro, para os clientes potenciais que irão acessar o seu site.

4. Deixar de fornecer informações realmente úteis

Não fornecer informações úteis é outro erro frequente nos sites de advogados. As pessoas que acessam um site jurídico não estão tão interessadas no advogado quanto no problema que as levaram a procurar um advogado.
O que as pessoas realmente querem é informações sobre o seu problema. Ou melhor, elas querem uma solução.
Um advogado que apenas afirma ser um especialista em alguma área do direito não convence as pessoas tanto quanto o advogado que produz um bom conteúdo sobre o tema e demonstra esse conhecimento.
Use esse conhecimento para conquistar mais clientes.

5. Deixar de atingir um público específico

Os advogados geralmente falham em definir um público específico, mas a verdade é que quanto mais segmentado for o seu site, maior será o número de possíveis clientes qualificados que irão navegar por ele.
Explico.
Você precisa definir que tipo de serviço você oferece, em qual área e com quais clientes você quer trabalhar, e depois construir o site em torno desse tema. Ou seja, pense em frases que uma pessoa digitaria em um mecanismo de pesquisa se precisasse de um advogado com a experiência que você tem.
Se você quiser ser o principal advogado na área de justiça restaurativa, por exemplo, é melhor garantir que esse termo seja destacado em pelo menos uma página do seu site.

6. Erros de português

Não precisava nem comentar esse tópico, mas os erros de português em sites de escritórios de advocacia são comuns.
Como bom produtor de conteúdo, já entrei em contato com vários advogados oferecendo meus serviços de revisão de textos, e sei que esses deslizes acontecem porque a maioria simplesmente terceiriza a construção de seus sites, sem qualquer controle sobre o que está sendo produzido.
Se você quer causar uma boa impressão, além de ter um bom conteúdo e ser fácil de navegar, seu site não pode conter erros de português!

7. Não divulgar o site em outros sites

Não sei se você percebeu, mas durante o texto eu deixei vários hiperlinks clicáveis que vão direto para o meu site.
Além de publicar originalmente no meu blog, meus textos também vão parar no meu perfil do Jusbrasil, do LinkedIn e na minha página do Facebook.
Deixar hiperlinks no texto é como se fosse um convite para as pessoas que me leem em outros canais acessarem o meu site. Uma porcentagem boa desses leitores vão pra lá!
Agora, imagine como o Google vê o pedrocustodio.adv.br com leitores vindo de plataformas incríveis como o Jusbrasil e o LinkedIn?
Então, se você tem um site mas não potencializa o acesso ou não divulga para outras pessoas, está perdendo um ativo incrível nos dias de hoje: o tráfego.
E aí, gostou do texto? Você já tem um site ou ainda não? Compartilhe sua experiência com a gente nos comentários!
Publicado originalmente em pedrocustodio.adv.br

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