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João e Maria já não são os preferidos para nomes de crianças


João e Maria vem deixando de ser os nomes preferidos pelos pais para dar as crianças que nascem e são registradas no cartório do Hospital da Mulher. Perdem espaço para Izabelli e Emanuelli.

Os protestantes preferem dar aos seus filhos nomes bíblicos, como Radassa, de origem hebraica, que significa "mirto", "murta, "protegida", "aquela que protege", "governante" ou "mulher que tem influência".
Para ser registrada, os pais devem apresentar a declaração de nascido vivo – a folha amarela, que deverá ser expedida pela instituição onde o parto foi realizado.
Se o casal for casado e o sobrenome não estiver igual nos documentos – com fotografia – a certidão de casamento deverá ser apresentada. O registro deve ser feito no prazo de 15 dias.
Não necessariamente a criança que nascer no Hospital da Mulher deve ser registrada no cartório local. Muitas mulheres de outras cidades têm seus filhos na unidade, mas preferem registrar no seu município de origem.
Mães podem registrar seus filhos sem o nome do pai. E podem indicar o nome do suposto parceiro e orientada a procurar instituições que facilitem a busca pela comprovação da paternidade – que viabilizem o exame de DNA.
Todos os dias, em média, entre dez e 20 crianças são registradas no cartório do Hospital da Mulher, mas as segundas-feiras são observadas maiores demandas, com até 30 crianças registradas.
O registro é a prova de que a criança existe oficialmente para o estado, bem como garantir seus direitos fundamentais.

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