feira de santana

Greve geral: transporte coletivo urbano pode ficar sem circular nesta sexta


Nesta sexta-feira (14) será realizada mais uma grave geral, onde diversas categorias se planejam ir às ruas protestar contra a Reforma da Previdência. Neste dia, os ônibus urbanos podem paralisar as atividades em Feira de Santana. De acordo com o presidente do sindicato dos rodoviários, Alberto Nery, o sindicato ainda não recebeu o comunicado oficial, mas a indicação é que todos parem.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade
“Nosso vice-presidente que assume nas viagens na condição de presidente, foi a Brasília participar de uma reunião das federações e considerações e as centrais sindicais. A informação que ele nos passa é que todos os segmentos da sociedade aderiram a essa paralisação do dia 14. Nós não recebemos ainda o comunicado oficial, estamos aguardando ele chegar da viagem. Mas se a decisão das centrais é parar, todos os demais sistemas irão aderir a paralisação”, disse.
Nery destacou que a deliberação vem de cima e que o sindicato não está fazendo greve e nem deliberando nada. Segundo ele, a greve é considerada geral e o serviço deve parar por todo o dia. Na opinião do sindicalista, o povo tem que ir às ruas manifestar e lutar para a garantia dos seus direitos.
“Os trabalhadores brasileiros estão definido sobre uma paralisação. Se ela vai prejudicar o comércio ou o país, isso é outra questão. O que o povo brasileiro está revindicando é contra o que está na proposta da reforma da previdência. Não é contra a reforma, mas sim contra o que está proposto, que é retirar direitos do trabalhador, prejudicar ainda mais os idosos no momento de aposentar. A manifestação é contra o atual governo que já completa seis meses e ainda não apresentou nenhum projeto que possa gerar emprego e melhorar a vida do povo brasileiro. Todas as medidas tomadas até aqui foram no sentido de prejudicar ainda mais”, opinou.
Alberto Nery ainda disse que a previdência deve ser reformulada, mas que tem que começar a taxar as grandes fortunas e não prejudicar quem ganha menos, a exemplo dos deficientes.
Fonte: Acorda Cidade

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