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Pequenos comerciantes têm expectativa de vendas maior que grandes lojas


Com o Dia das Mães se aproximando e a crise financeira atingindo a maioria dos brasileiros, o consumidor feirense já começa a comprar presentes, o que alegra o comércio em geral, que está otimista com as vendas.


Consumidores ouvidos pelo FOLHA DO ESTADO, que foi às ruas para tomar conhecimento da expectativa de vendas, e ouviu de comerciantes sinais de boa expectativa de vendas apesar da crise continuada que tem assolado o país.

O presidente do Sindicato do Comércio de Feira de Santana (Sicomfs), José Carlos Moraes Lima, não tem um número que gere expectativas quanto à evolução das vendas do ano passado para esse ano. “Entendo e é uma vontade dos associados que se ela chegar a um patamar de 10 a 11%, já é um resultado que traz alento ao empresariado”, observou.

O seguimento composto por pequenos comerciantes dos bairros, a exemplo do Tomba e da Cidade Nova, além de comerciantes periféricos ao centro comercial tradicional da cidade, já em tom de euforia, acreditam que atingirão um crescimento nominal em torno de 30%. Marcia Figueiredo que é dona de uma lojinha de roupas e assessórios, conta que criatividade e preços baixos são ingredientes para essa expectativa. “Sempre quando há eventos assim dá uma alavancada nas vendas, e eu estou nessa expectativa”, espera.

Manoela Garcia, vendedora de um ponto que comercializa calçados, explicou porque está existindo uma transferência de clientes que compravam em lojas de grife ou de grandes empresas para as pequenas empresas, pelo fato de que esses pequenos lojistas têm um baixo custo operacional, pagando aluguéis mais baixos, investimento menor em instalações, o que faz as pequenas empresas ficarem mais competitivas atendendo clientes que pela crise não suportam mais preços altos. “Estamos com a expectativa de ter boas vendas, fizemos algumas promoções e isso tem ajudado nas vendas”, confia.

Luciana Moreira, que estava comprando um sapato, reafirma que a comodidade é o principal motivo pelo qual procura sempre pequenas empresas. “Prefiro lojas menores por conta da comodidade, dos preços que são mais leves e porque a dona do estabelecimento é quem me atende, o que faz até se negociar direto para diminuir preços. Nesse ambiente o atendimento ao cliente é bem melhor até em mercadinhos”, relata.
Fonte: Jornalfolhadoestado

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