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Após cortes na educação, Bolsonaro enfrenta primeira greve nacional


Acontece nesta quarta-feira (15) nas principais cidades de todos os estados e no DF o primeiro grande protesto contra o governo Jair Bolsonaro (PSL). Professores, estudantes e trabalhadores da educação prometem ir às ruas em defesa das universidades federais, da pesquisa científica e do investimento na educação básica.


Na Grande SP, estão programadas manifestações em oito cidades. Na cidade de São Paulo, algumas escolas particulares já anunciaram que vão suspender as aulas. A Folha traz um levantamento preliminar das instituições que anunciaram adesão aos protestos.

As manifestações acontecem após o congelamento de recursos desde a educação infantil até a pós-graduação anunciado pelo MEC (Ministério da Educação). Nas universidades federais, o bloqueio anunciado chegou a 30%.

Segundo os organizadores, o principal objetivo da mobilização é mostrar à população a importância das universidades no ensino, na pesquisa e na prestação de serviços à sociedade. Para o blogueiro do UOL Josias de Souza, o anúncio inicial do MEC de que os cortes teriam motivação ideológica uniu a esquerda e a direita universitária contra o governo.

Também nesta quarta o ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi convocado para prestar esclarecimentos sobre os cortes na Câmara. Para Tales Faria, a sessão que determinou a convocação de Weintraub revela falhas da atuação do governo do Congresso.

Fonte: ResumododiaUOL

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