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Vou para o enfrentamento público, e crime de amizade não existe, diz Temer


Em entrevista à Folha, o ex-presidente Michel Temer (MDB) disse que decidiu "ir para o enfrentamento, inclusive público" contra seus acusadores.


Afirma ainda que querem imputar a ele um "crime de amizade", em referência ao coronel reformado da PM paulista João Baptista Lima Filho, dono da empresa Argeplan, suspeita de receber repasses de propina a seu favor.

Nas quatro noites em que dormiu na sede da Polícia Federal no Rio, quando ficou preso preventivamente por determinação do juiz Marcelo Bretas, o ex-presidente Michel Temer escreveu 90 páginas a mão contando as "sensações do dia". Chama o texto de "Memórias do Arbítrio".

UOL mostra que a deputada do PT Marília Arraes (PE) apresentou um projeto de lei que modifica a Lei das Eleições e prevê que as decisões da Justiça Eleitoral que retiraram do ar fake news (notícias falsas) para atingir os candidatos terão sua validade mantida mesmo após o fim do período eleitoral.

Hoje, as decisões da Justiça Eleitoral que determinam a remoção de conteúdo têm força apenas durante o período eleitoral. Depois da campanha, essas decisões perdem a eficácia e, em tese, as publicações que foram retiradas podem ser novamente publicadas.

Fonte: ResumododiaUOL

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