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RJ: Milícia usa esquema de cartórios e alvarás para ter prédios irregulares


Reportagem do UOL traz detalhes de como o Escritório do Crime, considerado a principal milícia do Rio de Janeiro, usa ao menos três pequenas construtoras e uma imobiliária para erguer e negociar imóveis ilegais em Rio das Pedras e na Muzema, comunidade na zona oeste do Rio onde dois edifícios ruíram, causando as mortes de pelo menos 16 pessoas.


Investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual mostram que o grupo paramilitar usou laranjas como sócios nas empresas abertas por um contador que teria pago propina a um suposto funcionário da Prefeitura do Rio.

Já o jornalista Jamil Chade revela em seu blog que o Brasil é o segundo maior devedor da ONU, acumulando atrasos de pagamentos no valor de US$ 302,8 milhões - mais de R$ 1,17 bilhão. Desde o início de 2019, nenhum centavo foi pago nem ao orçamento regular das Nações Unidas nem ao financiamento de operações de paz.

E em entrevista para a Folha, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) agiu ouvindo as ruas quando interferiu no reajuste do diesel na quinta-feira (11).

"Uma greve [de caminhoneiros] traz problema de abastecimento, pode frear o Brasil todo, pode fazer o PIB cair mais 3%, 4%. Ele demonstrou que está com o ouvido na pista, está ouvindo a turma, está ouvindo o barulho."

Fonte: ResumododiaUOL

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