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Polícia do Rio prende suspeitos do assassinato de Marielle Franco



Uma operação da divisão de homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu no começo da manhã de hoje dois policiais militares suspeitos da ação contra Marielle Franco. Roni Lessa é apontado como o homem que efetuou os disparos que mataram a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes. Já Élcio Vieira de Queiroz estaria na direção do carro usado no crime. As informações são preliminares e haverá desdobramentos ao longo do dia. Outros 34 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pelos policiais.


E no dia seguinte ao temporal que deixou 12 mortos e causou prejuízo e destruição, o UOL buscou a resposta para uma pergunta: Por que São Paulo vira o caos quando chove forte? A explicação passa por questões históricas e vai da ocupação irregular do espaço urbano à falta de ação dos poderes públicos ao longo de décadas.


Exemplo disso é o fato de que os gastos com prevenção a enchentes e com obras de drenagem na capital paulista e no estado de São Paulo não chegaram à metade do previsto nos últimos anos. De acordo com levantamento feito pela Folha, a cidade de São Paulo e o estado orçaram cerca de R$ 5,3 bilhões para ações relacionadas a drenagem nos últimos três anos, entre 2016 e 2018. No entanto, gastaram apenas R$ 2,1 bilhões, o equivalente a 41% do previsto.


Em meio à tragédia, chamou a atenção atitudes solidárias de pessoas como o grupo voluntário que, com jet ski, organizou resgate de ilhados após as chuvas.


Outro assunto em destaque hoje é a defesa que o procurador Deltan Dallagnol faz da criação pela Lava Jato de uma fundação privada para gerir R$ 2,5 bilhões provenientes da Petrobras. O assunto é polêmico, e, em entrevista ao blogueiro Josias de Souza, ele disse que esta seria o "uma solução nova para um problema novo."




Fonte: ResumododiaUOL

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