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Gerente da Caixa Econômica humilha cliente e ordena que PM algeme


Foto: Divulgação

O gerente da Caixa Econômica Federal, localizada no Largo do Relógio de São Pedro, centro Comercial de Salvador, identificado pelo nome de João Paulo está sendo acusado de discriminação racial. O cliente Crispim Terral afirmou que no último dia 19, ele teria ido pela 8ª vezes a Caixa Econômica resolver um problema, sendo que, o gerente o teria deixado por mais de 4 horas e depois teria lhe discriminado e acionou uma guarnição da Polícia Militar e ordenou que o policial o levasse a força para delegacia.


Crispim teria relatado esse episodio em redes sociais: acompanhe – “Olá meus nobres irmãos e amigos para quem não me conhece, meu nome é Crispim Terral tenho 34 anos sou casado pai de 5 filhos, por ser um homem possuído pelo amor, mantenho o respeito e humildade e verdade com uma tranquilidade que incomoda a muitos”.

Ele continua- “Com muita tristeza eu venho por meio deste relato expressar a minha indignação e revolta contra o preconceito racial. Ao me dirigir a Caixa Econômica Federal do relógio de São Pedro na terça-feira (19-02-19), para buscar meu direito como cidadão e cliente fui solicitar um suposto comprovante de pagamento de dois cheques pagos pela Caixa Econômica sendo que os dois cheques estão devolvidos por motivos 11,12 (motivo 11: sem fundo, motivo 12: sem fundo pela segunda vez)”

“Sendo que os mesmos estão em minhas mãos fui também requerer a devolução de R$ 2.056,00 (dois mil e cinquenta e seis reais) retirados de minha conta a dois meses e 21 dias indevidamente. Então, Pela oitava vezes, desta vez na companhia de minha filha menor de idade fui surpreendido mais Uma vez pelo Sr. Mauro gerente responsável pela minha conta naquele momento que me atendeu de forma indiferente enquanto me deixou esperando na sua mesa por quatro horas e quarenta e sete minutos (4h47) e foi atender outras pessoas em outra mesa”.

Dando continuidade – “Indignado com a situação me dirigir a mesa do gerente geral o Sr. João Paulo que da mesma forma e ainda mais ríspida me atendeu com mais indiferença, quando pensei que não poderia piorar foi surpreendido pelo senhor João Paulo com a seguinte fala “se o senhor não se retirar da minha mesa vou chamar uma guarnição” e assim o fez chamou a guarnição, dois policiais me pediram no primeiro momento de forma educada para que pudéssemos nos dirigir juntamente com gerente até a delegacia para prestar esclarecimentos, até aí tudo bem”.

“Mas, o problema foi que ao descer ao térreo da agência o gerente. João Paulo falou que só iria à Delegacia se os policiais me algemassem, e que ele “não faz acordos com esse tipo de gente”. Devido essa fala dele fiquei com muita indignidade, em pleno século 21 fui tratado de forma ríspida e claramente fui vítima de preconceito racial. Creio que os policiais erraram a mim dar uma gravata, já que simplesmente eu falei pra não me algemar, que não tinha feito nada, não tinha roubado, não tinha danificado nada na agencia e também não tinha faltado com respeitado aos policiais, mas os militares ouviram o gerente e me agrediram”, finalizou a vitima.

A Reportagem do Polícia é Viola tentou entrar em contato com a agencia através do contato telefônico de numero 71 32668626, mas chamava, chamava e não atendia. Iniciamos as ligações as 13 horas a as 15h39, não haviam atendido.

Fonte: Políciaéviola

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