Mulheres derrubam barreira do preconceito na Filarmônica 25 de março


Sara Fadigas toca trompa. Ruth da Silva, sax soprano. Tamilly Maria, clarineta. Elas fizeram história por fazerem parte do primeiro grupo de mulheres na Filarmônica 25 de Março. Derrubaram um muro com 150 anos de história, a idade do grupo feirense. Elas mostram que eles estavam errados.

Esperavam quase um século e meio, mas Há alguns anos elas atropelaram uma das suas regras, de não aceitar mulheres no seu quadro de músicos, que na atualidade não mais faz sentido. a filarmônica finalmente aceitou meninas e mulheres. E atualizou o seu regimento interno.
São mais de dez adolescentes e jovens que, com talento e muita graça, mostram que estavam errados aqueles que levantavam a aberrante bandeira do preconceito. Os tempos são outros e elas aproveitam as oportunidades para mostrar que mulheres e homens se assemelham no quesito competência.
Sara descobriu paixão por um novo instrumento
“É emocionante a gente fazer parte da 25”, diz Sara, que é bacharel em violão pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), e que está há um ano e meio da filarmônica, período que mudou de instrumento. “Me apaixonei quando vi a trompa”. O instrumento é considerado essencial nestes grupos musicais.
Outro ponto analisado pela trompista é a possibilidade que a janela aberta da para as mulheres se profissionalizarem. “Todos nós estamos nos preparando para atuar profissionalmente no futuro bem próximo”.
Buscando profissionalização
Há quatro anos na 25 de Março, a saxofonista Ruth de Souza é outra que revela estar se preparando para se profissionalizar. “Todos nos, acredito, estamos muito felizes em participar da filarmônica. E aprender para ganhar a vida”. Ela se iniciou na música no projeto patrocinado pela Fundação Senhor dos Passos.

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