Tribunal da Lava Jato reduz punição e manda Palocci cumprir pena em casa



O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que atua em recursos de ações da Operação Lava Jato julgadas no Paraná, decidiu reduzir a pena e conceder prisão domiciliar ao ex-ministro Antonio Palocci. Ele cumprirá pena em regime semiaberto diferenciado, em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica, e terá o tempo de punição reduzido de 12 anos para 9 anos. As medidas foram concedidas como benefícios pelo acordo de delação premiada assinado pelo ex-ministro este ano. Palocci deve deixar a prisão nos próximos dias.


Com 1 a 1 no placar, foi suspenso no Supremo Tribunal Federal o julgamento sobre a legalidade do decreto de indulto a presos publicado pelo governo do presidente Michel Temer (MDB) em dezembro do ano passado. Dois ministros votaram na sessão desta quarta-feira. Luís Roberto Barroso, relator da ação, votou pelo veto a parte das regras do decreto. Alexandre de Moraes defendeu que a concessão do indulto é prerrogativa do presidente da República e que o decreto é válido. O julgamento será retomado nesta quinta-feira.



Profissionais brasileiros inscritos no novo edital do programa Mais Médicos começaram nesta semana a ocupar as vagas deixadas pelos médicos cubanos, mas desistências já preocupam os municípios. Na segunda-feira, 26, 224 brasileiros se apresentaram às cidades onde irão trabalhar, segundo o Ministério da Saúde.



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu a abertura de uma "petição autônoma" específica para analisar as acusações de caixa 2 feitas por delatores da JBS a dez parlamentares, incluindo o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que comanda a transição do governo Jair Bolsonaro. Pesam sobre ele o relato e planilhas dando conta de pagamentos de R$ 100 mil em 2012 e R$ 200 mil em 2014. O deputado federal admitiu em uma entrevista ter recebido R$ 100 mil e pediu desculpas.


Fonte: ResumododiaUOL
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