"Propinolândia" de deputados do Rio desviou mais de R$ 54 milhões, diz Lava Jato


Mais de R$ 54 milhões foram pagos em propinas a deputados estaduais do Rio de Janeiro ao longo do segundo mandato (2011-2014) de Sergio Cabral no governo do estado, aponta investigação do Ministério Público Federal. Dez deputados estaduais foram presos nesta quinta-feira na Operação Furna da Onça, no âmbito da Lava Jato. O esquema envolvia também fornecedores do estado. O procurador regional da República Carlos Aguiar disse que a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) "se transformou numa verdadeira propinolândia" tamanha a quantidade de benefícios que eram repassados aos deputados em troca do apoio. Os repasses mensais variavam de R$ 20 mil a R$ 900 mil. Veja quem são os deputados estaduais e outros suspeitos que foram presos na operação. Até a mãe de um dos deputados foi citada pela Lava Jato no esquema.


O juiz federal Sergio Moro, que será o ministro da Justiça e da Segurança Pública do governo Bolsonaro, afirmou que é preciso criar novas vagas no sistema carcerário brasileiro, hoje superlotado, e defendeu um "endurecimento" para penas de condenados por crimes de extrema gravidade. Moro disse também que não é "daqueles que assumem reclamando que existe uma herança maldita".

Com a aprovação no Senado do reajuste de 16,38% nos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), integrantes da Corte afirmaram que o percentual do reajuste trata-se de reposição de perda e não de aumento. Os salários deles passarão de R$ 33,7 mil para R$ 37,2 mil. Com o chamado "efeito cascata" do reajuste sobre os salários de outras funções públicas em todo o país, estima-se que haverá um impacto de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões nas contas públicas. 


Fonte: ResumododiaUol
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