MPT processa Havan em R$ 100 milhões por coação pró-Bolsonaro de empregados



Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina está processando as lojas Havan e seu proprietário, Luciano Hang, em, pelo menos, R$ 25 milhões por dano moral coletivo por intimidar seus empregados a votarem em Jair Bolsonaro na eleição presidencial. Além disso, o MPT também pede que paguem R$ 5 mil a cada um dos cerca de 15 mil empregados como dano moral individual, o que elevaria o montante em R$ 75 milhões, totalizando um valor em torno de R$ 100 milhões. De acordo com a ação civil pública, o proprietário promoveu campanhas políticas em prol do candidato com o envolvimento obrigatório de empregados em ''atos cívicos''. Ele teria feito ameaças explícitas de fechar as lojas e dispensar os empregados, caso o adversário de seu candidato ganhasse a eleição. Além disso, os trabalhadores teriam sido constrangidos a responder, em mais de uma ocasião, enquetes internas promovidas pela Havan em seus terminais de computadores, informando em quem votariam – num momento em que já era conhecida a preferência do dono da empresa.


No Rio de Janeiro, o secretário de Segurança Pública, general Richard Nunes, informou que a Polícia Civil já identificou alguns dos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março no Rio. "Não podemos ser precipitados. No momento que prende um (criminoso), não prende os demais. Alguns participantes nós temos. Temos que criar uma narrativa consistente com provas cabais que não venham a ser contestadas em juízo. Seria um fracasso que a sociedade não observasse essas pessoas como criminosas e elas não fossem condenadas no tribunal do júri", disse Nunes. Ele disse que a milícia está envolvida com o crime e afirmou acreditar na participação de políticos.



Após uma série de adiamentos e embates entre os parlamentares, o projeto de lei Escola Sem Partido deve ser votado na comissão especial criada na Câmara dos Deputados na próxima quinta-feira (29). O parecer do relator, deputado Flavinho (PSC-SP), foi lido pela primeira vez na comissão especial na tarde desta quinta (22). A leitura do parecer era o último passo antes de o projeto estar apto para votação.



O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, recomendou ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), as indicações de Rubem Novaes para presidir o Banco do Brasil e de Pedro Guimarães para comandar a Caixa Econômica Federal, informou em nota a assessoria de imprensa do futuro ministro nesta quinta-feira (22). A nota também diz que o economista Carlos vonDoellinger foi indicado e aceitou o convite para presidir o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).


Fonte: ResumododiaUOL
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