Justiça julga hoje recurso que pode levar Palocci a ganhar prisão domiciliar


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região retoma hoje em Porto Alegre o julgamento que pode dar ao ex-ministro Antonio Palocci redução da pena e o direito de ficar em prisão domiciliar depois de assinar um acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Palocci está preso preventivamente desde setembro de 2016. Também estão na pauta da 8ª Turma do tribunal, que atua como segunda instância dos casos da Lava Jato julgados no Paraná, recursos do ex-ministro José Dirceu (PT), do ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (Avante), de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, de Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e de Pedro Augusto Cortes Xavier Bastos, ex-gerente da estatal, relata o repórter Bernardo Barbosa.

Com um rombo de R$ 139 bilhões nas contas públicas estimado para 2019, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, terão de lidar com as pressões de servidores por reajustes salariais e mais benefícios, conta o repórter Antonio Temóteo. O primeiro deles é justamente o aumento salarial previsto para o ano que vem. Também estão em estudo outras mudanças nas regras do funcionalismo, entre elas o fim da estabilidade no emprego e da progressão automática. Algumas medidas foram propostas, mas não saíram do papel, e chegam agora às mãos do futuro governo. A folha de pessoal é a segunda maior despesa do Orçamento, depois dos benefícios previdenciários, e o item dos gastos obrigatórios onde há margem de manobra para cortes.

A América Latina será nos próximos dias palco da disputa entre China e Estados Unidos. Bolsonaro recebe amanhã no Rio John Bolton, assessor de Segurança Nacional de Donald Trump. Nos próximos dias, chegam a Buenos Aires o próprio Trump e XiJinping, presidente chinês, que participam da cúpula das 20 principais economias do mundo, o G20. A disputa de Washington x Pequim, aliás, deverá ser um dos principais temas da reunião. A repórter Talita Marchao ouviu especialistas em relações internacionais para explicar como a disputa entre os dois países se dá no palco latino-americano.

governo federal cortou R$ 2 bilhões de verba para o saneamento básico. O Ministério das Cidades reduziu de R$ 6 bilhões para R$ 4 bilhões a verba do FGTS disponível para projetos de saneamento básico neste ano, revela reportagem da Folha de S.Paulo.

Fonte: ResumododiaUOL
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