Começa o III Colóquio de Direito da FTC Feira de Santana: Redescobrindo novos rumos


Ontem começou na FTC o III Colóquio de Direito da FTC em Feira de Santana, com a presença de um público especial, amante do Direito, deixando o auditório Professora Teresinha Manona repleto de alunos, professores, advogados. Foi uma noite que transformou o evento num verdadeiro espetáculo, contando com palestrantes como Lize Borges, Cléver Jatobá e Rodolfo Pamplona.




Estiveram abrilhantando o evento o Diretor Geral da Rede FTC, professor Cristiano Lobo, a Diretora Adjunta da unidade da FTC Feira de Santana, Professora Marcly Amorim Pizzani, a Professora Gerusa Gomes, Coordenadora do Curso de Direito, e o professor Jamil Musse, Coordenador do Evento. Os alunos do 9º período do curso de Direito realizaram uma grande recepção aos presentes.

Após o canto do Hino Nacional Brasileiro, foi declarado aberto o III Colóquio de Direito da FTC, quando o diretor da rede saudou os professores Marcly Amorim Pizzani, Gerusa Gomes, Jamil Musse e os demais professores da unidade, como também os alunos realizadores do evento, oportunidade na qual deu as boas vindas aos professores palestrantes da noite e desejou sucesso a todos! Os professores do curso de Direito estiveram presentes e juntos com os alunos e convidados foram um show à parte.


A primeira palestrante, professora Lize Borges, trouxe um tema para reflexão e aprofundamento de todos, falando sobre "o direito de ser solteiro(a)" e da sua experiência enquanto pesquisadora do tema na cadeira de Direito de Família. Em seu discurso, buscou resposta no direito francês e teceu críticas ao Código Civil, que não ampara o tema em questão. 

O professor e mestre Cléver Jatobá trouxe a discussão da multiparentalidade e o direito da pessoa em ser pai socioafetivo, questão em que o trinômio "tratamento, relação e nome" precede o vinculo de sangue, sem desmerecer a boa-fé e o DNA. Neste passo, aproveitou para citar o voto do relator Ministro Luiz Fux (STF), reconhecendo a multiparentalidade no registro da pessoa, pacificando o tema proposto.


O Dr. Rodolfo Pamplona, Professor e Juiz do Trabalho, foi a cereja do bolo para encerrar a noite de quarta-feira, levando todos a refletirem sobre a "evolução das relação civis" e o papel da centralidade do Direito Civil e a evolução histórica do Código Civil desde o século XIX até os dias atuais. Falou da importância da história para falar no Direito e o que esta representou para a sociedade brasileira no Código de 1916, código este que foi o melhor em caráter redacional, estando em pé de igualdade aos melhores códigos do mundo, como o Francês, Alemão, Suíço... "o Código de 2002 não tem o primor técnico redacional do de 1916, mas tem valores, princípios... e este é nosso último código, lastreado na eticidade".



A professora Gerusa Gomes foi a mediadora do evento, e, agradecendo aos palestrantes após suas apresentações, como lhe é peculiar trouxe questionamentos técnicos no tema da mutiparentalidade sobre o reconhecimento da paternidade à brasileira, e, se não há configuração de crime tipificado no Código Penal, oportunidade na qual o palestrante Dr. Cléver Jatobá assim respondeu que mesmo com a codificação penal também nela retrata o perdão judicial pela boa-fé.



Ao final do evento houve sorteio de bolsas de estudos da Damásio Cursos e livros dos palestrantes. O evento segue até hoje, dia 01 de novembro, com palestras dos professores: Matheus Biset, Daniel Keller, Gamil Foppel, temas na área penal.

Da Redação
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