Advocacia rasa, não! Advocacia profunda! Avance!

O ano já está acabando...
As reflexões são inevitáveis e pontuais, portanto.
O homem lembra o que projetou, o que concretizou, o que fará e onde estará nos próximos 365 dias do porvir.

Como Advogados diligentes e empreendedores por vocação e/ou justa e imprescindível preparação, temos o dever ‘legal’ de pensar um pouco fora da caixa preta da mente, sair do marasmo e comodismo, escolhendo avançar, evoluir, tendo em mente que árvore que cresce sem raiz saudável, cai.
Atuando como Advogados desta geração, temos que levar em consideração que somos gestores dos nossos próprios negócios, escritórios e base de clientes.
Você tem o hábito de computar quantos clientes você geriu e atuou em um ano, e quantos conseguiu agregar ao antigo leque do seu portfólio no ano em curso? Doutor, o seu escritório avançou, encolheu ou estagnou?
Esqueça a crise!
Esta desculpa não convence mais. Com crise ou sem crise, sempre estarão precisando de um Advogado, e os seus serviços são essenciais; lembra do festejado Artigo 133 da Constituição Federal?
Você tem o hábito de controlar custos e gastos, sem ter dó nem piedade de cortar o supérfluo e desprezível?
Você conhece a delícia que é saber inovar, mudar, tomar novos rumos e tudo isto sem um mínimo de saudosismo e dramas, sabendo que ninguém melhor que você mesmo para conhecer detalhes dos seus negócios?
Você é um Advogado empreendedor?
Podem até ser meio invasivas as perguntas que farei agora, mas:
- Você está terminando o ano de 2018 com quantos reais, dólares ou euros guardados? Ah, você não tem um mínimo de reservas? Não comprou uma joia para si durante um ano todo? Não investiu um único centavo sequer em gados, relógios, carros possantes, chácaras, sítios, fazendas? Nada disto? Ou nunca pensou nestas possibilidades tão ao seu alcance, e isto, tão somente com a força da sua perseverança, esforço e determinação?
Não considere delirantes, mas importantes, tais questões apontadas acima, e eu explico: É que o Advogado empreendedor deve ter esta preocupação e educação financeira também, pois é sabido que muitos de nós, até sabem ganhar e gastar dinheiro, mas não aprendeu o sagrado dever de guardar recursos.
Bom, não sei, de fato, como você andou este ano que passou, mas, do lado de cá, sem um mínimo de receio de inveja e olho gordo, avancei bastante, mudei estratégias; e sigo triunfante, sem remorsos e apegos. Gil, diria: - Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar!
A lição da Burégio
A lição de hoje e que deve ser lembrada durante o decorrer de todos os dias do ano novo e que bate às portas, é que não se deve desistir ante a primeira cara feia, ante dar de cara com um processo julgado improcedente, nem ante uma investida comercial mal sucedida, pois tais atropelos e situações são típicas ao sujeito que está inserido ‘no contexto’ jurídico.
Doutor, a ordem é fixar os olhos no horizonte, saber que você é capaz, acostumar-se com tempestades e vendavais, sempre lembrando que mar calmo nunca fez bom marinheiro.
Esse cara sou eu :)
Longe da síndrome de Narciso, permita-se fixar os olhos agora no espelho, com o peito inflado (sem vaidades) e voz bem animada, dizendo a si mesmo, em alto e bom tom:
Eu sou um ser humano motivado, feliz, pleno e equilibrado. Seguirei em 2019 cheio de fé, confiante, avançando, sabendo que tudo o que passei no ano que ora se finda, serviu de base e alicerce para a incrível construção de um profissional melhor e mais experiente, e, este cara sou eu!
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