Esquema de fake news: partido de Ciro pede ao TSE investigação de Bolsonaro e anulação da eleição


O PDT, partido do candidato derrotado à Presidência Ciro Gomes, entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo investigação sobre o suposto esquema de financiamento ilegal de campanha por meio de empresários que teriam contratado o disparo de mensagens via WhatsApp como forma de favorecer o candidato Jair Bolsonaro (PSL).


Na ação, o PDT acusa a campanha de Bolsonaro de disseminar fake news (notícias falsas, em inglês) com o objetivo de prejudicar os adversários na campanha e defende que os votos dados a Bolsonaro no primeiro turno sejam anulados, com a convocação de novas eleições. A ação surgiu em depois da reportagem da Folha de S.Paulo que apontou que empresas privadas estariam comprando pacotes de disparo em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp, com contratos de até R$ 12 milhões.

A defesa do empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, uma das empresas apontadas como envolvidas no esquema de propaganda ilegal, afirmou ao TSE que ele e a empresa estão sendo utilizados como "bodes expiatórios".

O UOL Tecnologia destrinchou o que pode e o que não pode ser feito em campanhas eleitorais pela internet, de acordo com a legislação. Empresas não podem pagar campanha na web, não é permitida propaganda por fora da campanha oficial, há limite para spam eleitoral ou impulsionamento de conteúdo e não pode haver envio de boatos para prejudicar candidatos, entre outros detalhes.

Reportagem da revista Piauí traz detalhes do relatório da Polícia Federal que revela como Michel Temer, um coronel aposentado, um arquiteto e um economista forjaram um esquema de desvios milionários que começaram em 1995 no porto de Santos (SP).


Fonte: ResumododiaUOl
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