Datafolha: na semana da eleição, líderes de pesquisas intenção de voto têm mais rejeição que apoio


Os dois candidatos a presidente mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto têm mais rejeição do que apoio a seus nomes. Levantamento do repórter Bernardo Barbosa com base nas pesquisas Datafolha na semana do primeiro turno nas eleições de 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018 mostra que é inédita a situação atual, em que os dois primeiros têm taxa de rejeição a seus nomes superior à intenção de votos neles. Pesquisa Datafolha divulgada na noite de ontem mostra Jair Bolsonaro (PSL) em primeiro, com 32% das intenções de voto, e Fernando Haddad (PT) em segundo, com 21%. A taxa de rejeição de Bolsonaro é de 45% e a de Haddad é de 41%.


Depois das últimas pesquisas, Bolsonaro foi às redes sociais pedir a seus seguidores para "trabalhar mais um pouquinho", dizendo que dá para ganhar no primeiro turno.

A campanha de Haddad avalia que uma onda evangélica se concretizou contra o candidato e que ele precisa revertê-la para conseguir chegar ao segundo turno. A aposta dos petistas é reforçar o canal direto com o eleitor mais pobre.

No debate da TV Globo ontem à noite com candidatos ao governo do estado de São Paulo, o clima esquentou entre João Doria (PSDB) e Luiz Marinho (PT) e teve resposta fora do tempo e dedo na cara.

No Vaticano, o papa Francisco abre hoje uma reunião de bispos para tentar engajar os jovens católicos, num momento em que a igreja é criticada pela maneira como encobriu padres envolvidos em escândalos sexuais.

Fonte: ResumododiaUol
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