De córrego a praça: primeira etapa de obras no Vila Olímpia é entregue


Uma obra bastante complexa, com números grandiosos. E, por isso, o presidente da Associação dos Moradores do Vila Olímpia, Edmundo Barreto, disse que inicialmente não acreditou que a vala que separava a localidade em duas fosse aterrada. A primeira etapa foi entregue aos moradores do local na noite desta quinta-feira, 5.

O local, com quase 600 metros de extensão, está sendo transformado numa das maiores praças que se tem notícia. Uma pista com mais de mil metros de extensão e três metros de largura delimita o espaço, que já foi dotado de 46 postes e 92 luminárias – metade, voltada para dentro do equipamento, com 400w e a outra metade com 200w, para o passeio.
Equipamento vai atender os 18 mil moradores dos condomínios
“É um sonho que está sendo transformado em realidade”, afirmou o presidente da associação, que também disse que a praça, quando devidamente equipada, vai atender as demandas por lazer dos mais de 18 mil moradores dos condomínios que formam o Vila Olímpia, bem como dos mais de 20 mil habitantes dos bairros próximos.
Acomodação do terreno deverá durar anos
O Departamento de Áreas Verdes já plantou cem palmeiras e 250 bougainville, espécie considerada rústica e de fácil cultivo. Uma grama rústica deverá ser plantada para favorecer a acomodação do terreno, etapa que deve durar anos – acontecerá naturalmente. “Com a acomodação do solo, outros equipamentos deverão ser instalados”, diz o secretário de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro. A acomodação prevê novas camadas de areia para devida correção do solo.
Reutilização de areia e entulho retirados de escavações das trincheiras garantiu economia
O aterramento do córrego exigiu esforço por parte da Prefeitura, que para lá destinou milhares de metros cúbicos de areia retirada da escavação das duas trincheiras que foram construídas, bem como de outros lugares, além de entulhos. Estima-se que se o material usado fosse comprado, o custo desta etapa atingiria a casa de alguns milhões de reais. A reutilização foi um dos pontos altos. Os meio-fio foram os retirados de parte do canteiro central da avenida Getúlio Vargas.
No sistema de direcionamento das águas das chuvas foram usadas manilhas com mais de um metro de diâmetro, que estão em profundidades que atingem até seis metros. “O que se vê é uma mudança radical desta área”, afirmou o secretário de Serviços Públicos, Justiniano França (foto). “Não são poucas as pessoas que já usam o equipamento para os seus exercícios diários”.
Obra mudou perfil da região, diz morador
Morador em um dos condomínios, Ademar Lima Oliveira (foto) elogiou a obra, principalmente pelo fato de ter mudado o perfil da região. “Antes, no escuro, era perigoso passar por aqui. Agora, com esta iluminação, não”. Recentemente, a avenida Francisco Pinto, em frente ao grupo de condomínios, não apenas foi modernizada, como teve parte da sua extensão duplicada.


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